O mais cego dos amores Por que não consigo te ouvir? Por que me cansas tanto quando ouço tua voz, me reviras o estômago. Me dói o peito, acaba meu estoque de lágrimas. É fantasioso. Disso preciso me lembrar. Me ama e eu te amo, mas é o mais dolorido dos amores. A culpa me come viva, bactérias se alimentam da minha carne. Estou perdida em meio ao maniqueísmo da vida e a complexidade do real. Foi você quem me ensinou. Como, em todas as dimensões, vou ignorar os meus valores? Perdoa-me e desejo-te sorte em suas reencarnações. Que ascenda à luz do que é pleno. Preciso enxergar novamente. Texto por Natalia Maciel.
Se quiseres saber a verdade, observe os olhos daqueles que a escondem, mas aprenda a fazê-lo para, assim, viver na tormenta do saber sobre o caos; Caos esse que se equilibrará pela desamarra da ignorância social. A leitura tem diversas formas, lê-se a alma, a escrita e os gestos. A maior biografia do ser humano vem por onde o outro decidir lê-lo.